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| Format: | Recurso digital |
| Language: | |
| Published: |
Zenodo
2025
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| Online Access: | https://doi.org/10.5281/zenodo.17247371 |
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Table of Contents:
- <p>INTRODUÇÃO: A palhaçoterapia tem se consolidado como uma abordagem eficaz na humanização do cuidado <br>pediátrico, oferecendo um espaço de acolhimento e atendimento emocional. A interação lúdica entre palhaço e <br>criança hospitalizada contribui significativamente para a redução do estresse e da ansiedade, tornando o <br>ambiente mais leve e propício para o tratamento. Além disso, essa prática favorece a integração entre a equipe <br>de saúde, o paciente e seus responsáveis, criando um ambiente colaborativo e mais humano. Essa prática não <br>apenas favorece a adaptação ao tratamento, mas também cria um espaço seguro para a expressão emocional, <br>promovendo uma experiência hospitalar menos traumática e mais colaborativa. OBJETIVOS: Descrever como <br>a interação lúdica entre palhaço e criança internada constrói um vínculo e um ambiente acolhedor para a criança <br>e responsável. METODOLOGIA: Trata-se de um estudo descritivo, qualitativo, do tipo relato de experiência <br>realizado pelos acadêmicos de medicina da Universidade Federal do Norte do Tocantins (UFNT) que participam <br>do projeto de palhaçoterapia do programa alvorecer. Quatro encontros foram realizados entre setembro e <br>novembro. Os três primeiros ocorreram no campus da universidade, onde foram abordados conceitos para a <br>compreensão sobre a palhaçoterapia. No quarto encontro, em 9 de novembro de 2024, aconteceu a ação no <br>Hospital Municipal de Araguaína (HMA) na ala infantil. Os acadêmicos realizaram diversas dinâmicas com os <br>pacientes e familiares, promovendo a construção de um vínculo momentâneo entre pacientes, palhaços e <br>cuidadores. Desta forma, gera-se uma maior humanização do cuidado, que acaba se expandindo para os outros <br>profissionais da saúde que irão tratar essas crianças. RESULTADOS: A implementação do projeto demonstrou <br>resultados positivos no que tange à humanização e à sensibilidade do cuidado hospitalar e ao fortalecimento <br>do vínculo palhaço-paciente. Observou-se uma notável mudança no comportamento emocional das crianças <br>que, após interação com os palhaços, expressavam curiosidade, alegria e relaxamento. Além disso, tornou-se <br>perceptível o forte engajamento dos responsáveis no desenvolvimento das dinâmicas, contribuindo para a <br>construção de uma atmosfera acolhedora e segura para a criança, isto é, favorável para a consolidação da <br>cooperação entre paciente, familiar e profissionais da saúde. CONCLUSÃO: Em suma, evidenciam-se os <br>benefícios da construção do vínculo entre o palhaço e o paciente, sobretudo na ala pediátrica. Essa interação <br>não só fomenta a humanização do tratamento, mas também contribui para a criação de um ambiente hospitalar <br>mais harmonioso, permitindo que as crianças resgatem e expressem, de maneira genuína, sua pureza e <br>espontaneidade. </p>