| _version_ | 1866901540355178496 |
|---|---|
| author | Bueno, Douglas Aparecido |
| author_facet | Bueno, Douglas Aparecido |
| contents | <p><span>O filme <em><span>Blade Runner</span></em> (1982), dirigido por Ridley Scott, oferece uma rica oportunidade de reflexão filosófica sobre os limites da condição humana em um mundo tecnocientífico. Este artigo propõe uma análise ética e existencial do filme, articulando cinco eixos: a dimensão pessoal do ser humano; os limites no reconhecimento da identidade pessoal; a moralidade diante da morte do criador; o tempo, o amor e a morte; e a vida pessoal como narração. A partir do diálogo com pensadores como Paul Ricoeur, Friedrich Nietzsche, Immanuel Kant, Michel Foucault, Jean-Paul Sartre e Hegel, o estudo evidencia como o filme questiona as fronteiras entre o humano e o artificial. A análise aponta que a humanidade não reside em elementos biológicos, mas na capacidade de agir, narrar e reconhecer o outro como sujeito ético. Nesse sentido, <em><span>Blade Runner</span></em> revela-se uma obra filosófica que desafia as noções tradicionais de identidade e moralidade, reafirmando o papel da ética como critério último de reconhecimento da pessoa.</span></p> |
| format | Recurso digital |
| id | zenodo_https___doi_org_10_5281_zenodo_17440364 |
| institution | Zenodo |
| language | |
| publishDate | 2025 |
| publisher | Zenodo |
| record_format | zenodo |
| spellingShingle | BLADE RUNNER E A QUESTÃO ÉTICA DA IDENTIDADE Bueno, Douglas Aparecido <p><span>O filme <em><span>Blade Runner</span></em> (1982), dirigido por Ridley Scott, oferece uma rica oportunidade de reflexão filosófica sobre os limites da condição humana em um mundo tecnocientífico. Este artigo propõe uma análise ética e existencial do filme, articulando cinco eixos: a dimensão pessoal do ser humano; os limites no reconhecimento da identidade pessoal; a moralidade diante da morte do criador; o tempo, o amor e a morte; e a vida pessoal como narração. A partir do diálogo com pensadores como Paul Ricoeur, Friedrich Nietzsche, Immanuel Kant, Michel Foucault, Jean-Paul Sartre e Hegel, o estudo evidencia como o filme questiona as fronteiras entre o humano e o artificial. A análise aponta que a humanidade não reside em elementos biológicos, mas na capacidade de agir, narrar e reconhecer o outro como sujeito ético. Nesse sentido, <em><span>Blade Runner</span></em> revela-se uma obra filosófica que desafia as noções tradicionais de identidade e moralidade, reafirmando o papel da ética como critério último de reconhecimento da pessoa.</span></p> |
| title | BLADE RUNNER E A QUESTÃO ÉTICA DA IDENTIDADE |
| url | https://doi.org/10.5281/zenodo.17440364 |