A Estrutura Subjacente: Teoria de Morse Discreta e a Persistência de Invariantes Topológicos em Espaços Combinatórios

Fuente: Zenodo
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Auteur principal: SÉRGIO DE ANDRADE, PAULO
Format: Recurso digital
Publié: Zenodo 2025
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author SÉRGIO DE ANDRADE, PAULO
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contents Resumo A análise topológica de dados (TDA) emergiu como um campo robusto para a extração de características estruturais em conjuntos de dados complexos e de alta dimensão. Neste contexto, a Teoria de Morse Discreta (DMT) oferece uma ponte fundamental entre a topologia clássica e a computacional. Originada da Teoria de Morse para variedades suaves, a DMT adapta seus princípios para espaços combinatórios, como complexos simpliciasi. Ao introduzir o conceito de funções de Morse discretas e campos de gradiente discretos, a DMT permite a simplificação de complexos combinatórios, reduzindo-os a complexos de células (CW-complexos) homotópica e homologicamente equivalentes, mas significativamente menores. Essa redução preserva as propriedades topológicas essenciais, como os números de Betti, tornando a computação homológica mais eficiente. A sinergia entre a DMT e a Homologia Persistente (PH) é particularmente potente. A DMT pode ser utilizada para construir filtragens mais eficientes ou para reduzir o tamanho dos complexos intermediários em uma filtragem, acelerando drasticamente o cálculo dos diagramas de persistência ou códigos de barras. Este artigo detalha os fundamentos teóricos da Teoria de Morse Discreta, explora suas definições e teoremas cruciais, e demonstra como sua aplicação conjunta com a Homologia Persistente oferece uma metodologia poderosa para a caracterização multiescala de invariantes topológicos em dados discretos, com implicações profundas para a interpretação e análise de estruturas complexas em diversas áreas da ciência e engenharia.
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id zenodo_https___doi_org_10_5281_zenodo_17674183
institution Zenodo
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publishDate 2025
publisher Zenodo
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SÉRGIO DE ANDRADE, PAULO
Resumo A análise topológica de dados (TDA) emergiu como um campo robusto para a extração de características estruturais em conjuntos de dados complexos e de alta dimensão. Neste contexto, a Teoria de Morse Discreta (DMT) oferece uma ponte fundamental entre a topologia clássica e a computacional. Originada da Teoria de Morse para variedades suaves, a DMT adapta seus princípios para espaços combinatórios, como complexos simpliciasi. Ao introduzir o conceito de funções de Morse discretas e campos de gradiente discretos, a DMT permite a simplificação de complexos combinatórios, reduzindo-os a complexos de células (CW-complexos) homotópica e homologicamente equivalentes, mas significativamente menores. Essa redução preserva as propriedades topológicas essenciais, como os números de Betti, tornando a computação homológica mais eficiente. A sinergia entre a DMT e a Homologia Persistente (PH) é particularmente potente. A DMT pode ser utilizada para construir filtragens mais eficientes ou para reduzir o tamanho dos complexos intermediários em uma filtragem, acelerando drasticamente o cálculo dos diagramas de persistência ou códigos de barras. Este artigo detalha os fundamentos teóricos da Teoria de Morse Discreta, explora suas definições e teoremas cruciais, e demonstra como sua aplicação conjunta com a Homologia Persistente oferece uma metodologia poderosa para a caracterização multiescala de invariantes topológicos em dados discretos, com implicações profundas para a interpretação e análise de estruturas complexas em diversas áreas da ciência e engenharia.
title A Estrutura Subjacente: Teoria de Morse Discreta e a Persistência de Invariantes Topológicos em Espaços Combinatórios
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