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- <p>Este artigo faz uma viagem pela(s) memória(s) insurgente(s) dos sobreviventes e descendentes do Massacre de Napalpí, destacando o lugar que eles ocupam na disputa com o Estado Nacional Argentino sobre a (re)construção da narrativa em torno dos fatos ocorridos na redução indígena de Napalpí e as responsabilidades do Estado. É dada atenção especial à latência e à subsequente explosão da memória por meio de múltiplas formas possíveis e diferentes linguagens.</p>