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Main Author: Paula Pessoa de Brito, Nunes
Format: Recurso digital
Language:
Published: Zenodo 2026
Online Access:https://doi.org/10.5281/zenodo.18247079
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Table of Contents:
  • <p><strong><span>RESUMO:</span></strong><span> </span><span>Este trabalho relata uma ação extensionista realizada por discentes de Fisioterapia do Centro Universitário UniFanor Wyden no Parque Rachel de Queiroz, em Fortaleza-CE. O objetivo foi conscientizar a população feminina sobre a Incontinência Urinária (IU), promovendo o autoconhecimento e incentivando a busca por tratamentos precoces. A metodologia consistiu em uma abordagem direta ao público através da distribuição de folders informativos e orientações verbais sobre os tipos de IU (esforço, urgência e mista), fatores de risco e o papel da fisioterapia pélvica. Os resultados demonstraram que grande parte do público desconhecia a atuação não cirúrgica do fisioterapeuta, associando a perda involuntária de urina a um processo natural do envelhecimento. A interação revelou barreiras como timidez e falta de informação, que foram mitigadas pela linguagem acessível utilizada. Conclui-se que práticas educativas em espaços públicos são fundamentais para desmistificar tabus em saúde da mulher, fortalecer a responsabilidade social dos futuros profissionais e empoderar a comunidade para a detecção precoce de disfunções do assoalho pélvico, melhorando significativamente a qualidade de vida e a autoestima das participantes.</span></p> <p><strong><span>Palavras-chave:</span></strong><span> </span><span>Incontinência Urinária; Saúde da Mulher; Fisioterapia; Educação em Saúde; Assoalho Pélvico.</span></p> <p><span> </span></p> <p><strong><span lang="EN-US">ABSTRACT:</span></strong><span lang="EN-US"> </span><span lang="EN-US">This study reports an outreach activity carried out by Physical Therapy students from the UniFanor Wyden University Center at Rachel de Queiroz Park in Fortaleza-CE. The objective was to raise awareness among the female population regarding Urinary Incontinence (UI), promoting self-knowledge and encouraging early treatment. The methodology consisted of a direct approach to the public through the distribution of informative folders and verbal guidance on the types of UI (stress, urgency, and mixed), risk factors, and the role of pelvic physical therapy. The results showed that a large portion of the public was unaware of the non-surgical role of physical therapists, often associating involuntary urine loss with a natural aging process. The interaction revealed barriers such as shyness and lack of information, which were mitigated by the accessible language used. It is concluded that educational practices in public spaces are essential to demystify health taboos in women's health, strengthen the social responsibility of future professionals, and empower the community for early detection of pelvic floor dysfunctions, significantly improving the participants' quality of life and self-esteem.</span></p> <p><strong><span lang="EN-US">Keywords: </span></strong><span lang="EN-US">Urinary Incontinence; Women's Health; Physical Therapy; Health Education; Pelvic Floor.</span></p> <p><span lang="EN-US"> </span></p> <p><strong><span>RESUMÉN:</span></strong><span> </span><span>Este trabajo relata una acción de extensión realizada por estudiantes de Fisioterapia del Centro Universitario UniFanor Wyden en el Parque Rachel de Queiroz, en Fortaleza-CE. El objetivo fue concienciar a la población femenina sobre la Incontinencia Urinaria (IU), promoviendo el autoconocimiento e incentivando la búsqueda de tratamientos precoces. La metodología consistió en un abordaje directo al público a través de la distribución de folletos informativos y orientaciones verbales sobre los tipos de IU (esfuerzo, urgencia y mixta), factores de riesgo y el papel de la fisioterapia pélvica. Los resultados demostraron que gran parte del público desconocía la actuación no quirúrgica del fisioterapeuta, asociando la pérdida involuntaria de orina a un proceso natural del envejecimiento. La interacción reveló barreras como la timidez y la falta de información, las cuales fueron mitigadas por el lenguaje accesible utilizado. Se concluye que las prácticas educativas en espacios públicos son fundamentales para desmitificar tabúes en la salud de la mujer, fortalecer la responsabilidad social de los futuros profesionales y empoderar a la comunidad para la detección precoz de disfunciones del suelo pélvico, mejorando significativamente la calidad de vida y la autoestima de las participantes.</span></p> <p><strong><span>Palabras clave: </span></strong><span>Incontinencia Urinaria; Salud de la Mujer; Fisioterapia; Educación en Salud; Suelo Pélvico.</span></p>