GOVERNANÇA CORPORATIVA, ESG E RESPONSABILIDADE CORPORATIVA: ANÁLISE DE "THE NEW CORPORATION 2020"
Fuente:
Zenodo
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| 1. Verfasser: | |
|---|---|
| Format: | Recurso digital |
| Veröffentlicht: |
Zenodo
2026
|
| Schlagworte: | |
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| _version_ | 1866901577568092160 |
|---|---|
| author | Gianes Cardozo, Alexandro |
| author_facet | Gianes Cardozo, Alexandro |
| contents | <h2>Gemini said</h2> <div> <div dir="ltr"> <p><span><span>Este artigo analisa as transformações das corporações modernas fundamentado no documentário </span><em><span>The New Corporation: The Unfortunately Necessary Sequel (2020)</span></em></span><span>. </span><span><span>O estudo investiga o paradoxo existente entre a retórica da Responsabilidade Social Corporativa (RSC) e das práticas de ESG (Ambiental, Social e Governança) diante da persistência de uma estrutura institucional voltada prioritariamente à maximização de lucros para acionistas</span></span><span>. </span><span><span>Argumenta-se que, embora o discurso corporativo tenha assumido um tom mais progressista, ele frequentemente atua como uma ferramenta de comunicação estratégica ou </span><em><span>greenwashing</span></em><span> ideológico, visando a desregulação e a expansão do poder corporativo em detrimento da soberania democrática e do bem público</span></span><span>.</span></p> <p> </p> <p><span><span>A pesquisa realiza uma revisão crítica de casos emblemáticos que demonstram como falhas de governança e a priorização do valor econômico sobre a ética produzem danos sistêmicos</span></span><span>. </span><span><span>São examinados episódios como o da Ford Pinto, onde vidas humanas foram sujeitas a análises de custo-benefício; o colapso da Enron devido a fraudes contábeis e cultura antiética; a crise financeira de 2008, marcada por condutas predatórias e especulação; e o escândalo Dieselgate da Volkswagen, que revelou fraude tecnológica para burlar padrões ambientais </span></span><span>. </span><span><span>Esses casos revelam um padrão perturbador de priorização do lucro sobre a segurança e a estabilidade econômica, operando com impunidade quando não submetidos a uma regulação rigorosa e </span><em><span>accountability</span></em><span> real</span></span><span>.</span></p> <p> </p> <p><span><span>O trabalho enfatiza que os compromissos de ESG e RSC muitas vezes permanecem circunscritos a cálculos de rentabilidade, onde o "fazer o bem" só é praticado se servir aos interesses econômicos da instituição </span></span><span>. </span><span><span>Além disso, discute-se como o poder corporativo amplificado contribui para a desigualdade sistêmica e a erosão de provisões públicas por meio de privatizações justificadas por uma suposta eficiência empresarial</span></span><span>. </span><span><span>Conclui-se que a governança genuína exige uma redistribuição real de poder e a criação de estruturas democráticas que subordinem as corporações ao bem público, superando a barreira do simples </span><em><span>rebranding</span></em><span> retórico para alcançar reformas estruturais profundas</span></span></p> </div> </div> |
| format | Recurso digital |
| id | zenodo_https___doi_org_10_5281_zenodo_18283927 |
| institution | Zenodo |
| language | |
| publishDate | 2026 |
| publisher | Zenodo |
| record_format | zenodo |
| spellingShingle | GOVERNANÇA CORPORATIVA, ESG E RESPONSABILIDADE CORPORATIVA: ANÁLISE DE "THE NEW CORPORATION 2020" Gianes Cardozo, Alexandro Governança Corporativ ESG Responsabilidade Social Corporativa Ética Empresarial; Poder Corporativo Corporate Governance Environmental, Social, and Governance Corporate Social Responsibility (CSR) Business Ethics Corporate Power <h2>Gemini said</h2> <div> <div dir="ltr"> <p><span><span>Este artigo analisa as transformações das corporações modernas fundamentado no documentário </span><em><span>The New Corporation: The Unfortunately Necessary Sequel (2020)</span></em></span><span>. </span><span><span>O estudo investiga o paradoxo existente entre a retórica da Responsabilidade Social Corporativa (RSC) e das práticas de ESG (Ambiental, Social e Governança) diante da persistência de uma estrutura institucional voltada prioritariamente à maximização de lucros para acionistas</span></span><span>. </span><span><span>Argumenta-se que, embora o discurso corporativo tenha assumido um tom mais progressista, ele frequentemente atua como uma ferramenta de comunicação estratégica ou </span><em><span>greenwashing</span></em><span> ideológico, visando a desregulação e a expansão do poder corporativo em detrimento da soberania democrática e do bem público</span></span><span>.</span></p> <p> </p> <p><span><span>A pesquisa realiza uma revisão crítica de casos emblemáticos que demonstram como falhas de governança e a priorização do valor econômico sobre a ética produzem danos sistêmicos</span></span><span>. </span><span><span>São examinados episódios como o da Ford Pinto, onde vidas humanas foram sujeitas a análises de custo-benefício; o colapso da Enron devido a fraudes contábeis e cultura antiética; a crise financeira de 2008, marcada por condutas predatórias e especulação; e o escândalo Dieselgate da Volkswagen, que revelou fraude tecnológica para burlar padrões ambientais </span></span><span>. </span><span><span>Esses casos revelam um padrão perturbador de priorização do lucro sobre a segurança e a estabilidade econômica, operando com impunidade quando não submetidos a uma regulação rigorosa e </span><em><span>accountability</span></em><span> real</span></span><span>.</span></p> <p> </p> <p><span><span>O trabalho enfatiza que os compromissos de ESG e RSC muitas vezes permanecem circunscritos a cálculos de rentabilidade, onde o "fazer o bem" só é praticado se servir aos interesses econômicos da instituição </span></span><span>. </span><span><span>Além disso, discute-se como o poder corporativo amplificado contribui para a desigualdade sistêmica e a erosão de provisões públicas por meio de privatizações justificadas por uma suposta eficiência empresarial</span></span><span>. </span><span><span>Conclui-se que a governança genuína exige uma redistribuição real de poder e a criação de estruturas democráticas que subordinem as corporações ao bem público, superando a barreira do simples </span><em><span>rebranding</span></em><span> retórico para alcançar reformas estruturais profundas</span></span></p> </div> </div> |
| title | GOVERNANÇA CORPORATIVA, ESG E RESPONSABILIDADE CORPORATIVA: ANÁLISE DE "THE NEW CORPORATION 2020" |
| topic | Governança Corporativ ESG Responsabilidade Social Corporativa Ética Empresarial; Poder Corporativo Corporate Governance Environmental, Social, and Governance Corporate Social Responsibility (CSR) Business Ethics Corporate Power |
| url | https://doi.org/10.5281/zenodo.18283927 |