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| Main Author: | |
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| Format: | Recurso digital |
| Language: | |
| Published: |
Zenodo
2026
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| Online Access: | https://doi.org/10.5281/zenodo.18868761 |
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Table of Contents:
- <p><span><span><strong>Introdução:</strong> O estudo aborda a resistência bacteriana em crianças decorrente do uso excessivo de antibióticos. Esses medicamentos são fundamentais no tratamento de infecções bacterianas, especialmente na pediatria, devido à ação bacteriostática e bactericida. No entanto, o uso inadequado tem contribuído para o aumento da resistência bacteriana, comprometendo a eficácia terapêutica. O problema é agravado por práticas como prescrições excessivas, automedicação e falta de orientação adequada. <strong>Objetivo</strong>: Identificar as principais bactérias resistentes a antibióticos em crianças e analisar os riscos e consequências do uso excessivo desses medicamentos para a saúde infantil. <strong>Metodologia</strong>: Revisão sistemática de literatura, com estudos publicados entre os anos de 2018 e 2025, em inglês, espanhol e português, que envolvam crianças de 0 a 15 anos e abordem resistência bacteriana na área pediátrica nas bases de dados SciELO, LILACS, PubMed, Cochrane Library, Scopus e fontes governamentais. <strong>Resultados:</strong> Os estudos evidenciam o uso indiscriminado de antibióticos em pediatria e o aumento de cepas multirresistentes. As principais bactérias encontradas foram <em>E. coli</em>, <em>K. pneumoniae</em> e <em>S. aureus, </em>com destaque para infecções urinárias e respiratórias. <strong>Conclusão:</strong> O enfrentamento da resistência antimicrobiana na pediatria exige uma abordagem integrada que envolva vigilância epidemiológica, políticas públicas eficazes, educação em saúde e fortalecimento da prática clínica baseada em evidências.</span></span></p>