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Main Authors: Rostro, Bruno Montanari, Azem, Henrique Beux Nassif, Cantali, Rodrigo Ustárroz
Format: Recurso digital
Language:Portuguese
Published: Zenodo 2023
Subjects:
Online Access:https://doi.org/10.5281/zenodo.18881655
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_version_ 1866901159747256320
author Rostro, Bruno Montanari
Azem, Henrique Beux Nassif
Cantali, Rodrigo Ustárroz
author_facet Rostro, Bruno Montanari
Azem, Henrique Beux Nassif
Cantali, Rodrigo Ustárroz
contents <p><span>Este estudo tem por objetivo analisar se, em uma perspectiva comparatista funcional, a noção de boa-fé objetiva, presente no sistema romano-germânico, é funcionalmente equivalente à de <em>good faith</em> anglo-americana, ou se a <em>common law</em> ofereceria algum outro instituto que permita alcançar soluções semelhantes na resolução de casos concretos, especialmente no direito contratual. Trata-se, portanto, de um trabalho voltado ao problema da linguagem e da tradução no âmbito comparatista. Para abordar aproximações e diferenciações entre boa-fé (objetiva e subjetiva), <em>good faith</em> e <em>reasonableness</em>, o artigo foi dividido em duas partes: a primeira busca demonstrar as diferenças entre boa-fé romano-germânica e <em>good faith</em> anglo-americana e, após, o <em>standard</em> da <em>reasonableness</em>; e a segunda parte examina esse <em>standard</em> na formação e interpretação dos contratos, comparando-se as soluções das tradições.</span></p>
format Recurso digital
id zenodo_https___doi_org_10_5281_zenodo_18881655
institution Zenodo
language por
publishDate 2023
publisher Zenodo
record_format zenodo
spellingShingle Standards no direito contratual: intersecções da reasonableness e da boa-fé
Rostro, Bruno Montanari
Azem, Henrique Beux Nassif
Cantali, Rodrigo Ustárroz
Contratos
Boa-fé
Reasonableness
Comportamento
Standard
Razoabilidade
<p><span>Este estudo tem por objetivo analisar se, em uma perspectiva comparatista funcional, a noção de boa-fé objetiva, presente no sistema romano-germânico, é funcionalmente equivalente à de <em>good faith</em> anglo-americana, ou se a <em>common law</em> ofereceria algum outro instituto que permita alcançar soluções semelhantes na resolução de casos concretos, especialmente no direito contratual. Trata-se, portanto, de um trabalho voltado ao problema da linguagem e da tradução no âmbito comparatista. Para abordar aproximações e diferenciações entre boa-fé (objetiva e subjetiva), <em>good faith</em> e <em>reasonableness</em>, o artigo foi dividido em duas partes: a primeira busca demonstrar as diferenças entre boa-fé romano-germânica e <em>good faith</em> anglo-americana e, após, o <em>standard</em> da <em>reasonableness</em>; e a segunda parte examina esse <em>standard</em> na formação e interpretação dos contratos, comparando-se as soluções das tradições.</span></p>
title Standards no direito contratual: intersecções da reasonableness e da boa-fé
topic Contratos
Boa-fé
Reasonableness
Comportamento
Standard
Razoabilidade
url https://doi.org/10.5281/zenodo.18881655