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| Main Authors: | , , |
|---|---|
| Format: | Recurso digital |
| Language: | Portuguese |
| Published: |
Zenodo
2023
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| Subjects: | |
| Online Access: | https://doi.org/10.5281/zenodo.18881655 |
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Table of Contents:
- <p><span>Este estudo tem por objetivo analisar se, em uma perspectiva comparatista funcional, a noção de boa-fé objetiva, presente no sistema romano-germânico, é funcionalmente equivalente à de <em>good faith</em> anglo-americana, ou se a <em>common law</em> ofereceria algum outro instituto que permita alcançar soluções semelhantes na resolução de casos concretos, especialmente no direito contratual. Trata-se, portanto, de um trabalho voltado ao problema da linguagem e da tradução no âmbito comparatista. Para abordar aproximações e diferenciações entre boa-fé (objetiva e subjetiva), <em>good faith</em> e <em>reasonableness</em>, o artigo foi dividido em duas partes: a primeira busca demonstrar as diferenças entre boa-fé romano-germânica e <em>good faith</em> anglo-americana e, após, o <em>standard</em> da <em>reasonableness</em>; e a segunda parte examina esse <em>standard</em> na formação e interpretação dos contratos, comparando-se as soluções das tradições.</span></p>