O lado B da cidade dos vivos: a formação do cemitério sul de Brasília em publicações impressas e desenhos técnicos (1960–1972)
Fuente:
Zenodo
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|---|---|
| Format: | Recurso digital |
| Langue: | portugais |
| Publié: |
Zenodo
2022
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| _version_ | 1866901731339665408 |
|---|---|
| author | Oliveira, Leonardo |
| author_facet | Oliveira, Leonardo |
| contents | <p>O cemitério sul de Brasília, projetado por Lucio Costa e inaugurado extraoficialmente em 1959, foi o primeiro e único desse tipo construído na nova capital e representa um elemento fundamental da configuração da escala bucólica do Plano Piloto. Por tal projeto ainda ser pouco explorado academicamente, esta pesquisa objetivou compreender e descrever o processo de formação do cemitério, entendido como espaço aberto, entre 1960 e 1972, por meio da análise de publicações impressas e desenhos técnicos do projeto do cemitério. Os procedimentos metodológicos envolveram pesquisa bibliográfica, análise de conteúdo de matérias jornalísticas publicadas no Correio Braziliense e estudo de caso. Os dados escritos e visuais obtidos foram analisados com base na planta de implantação do cemitério a partir de seis critérios: 1) caminhos principais e secundários; 2) morfologia das quadras; 3) pontos focais; 4) eixos visuais; 5) volumes edificados; e 6) vegetação como elemento estruturador do espaço aberto. Concluiu-se que, em relação aos caminhos, o desenho da planta se desenvolveu a partir de um caminho principal em formato de "Y" de onde partem os caminhos secundários. No que diz respeito à morfologia das quadras, todas possuem formatos irregulares definidos pela junção entre curvas e retas. Referente aos pontos focais, destacam-se o cruzeiro e o portão de acesso principal. No que concerne aos eixos visuais, foi previsto o plantio de casuarinas e palmeiras nos caminhos curvos que convergem para a área central do cemitério. Relativo aos volumes edificados, destacam-se no espaço aberto as capelas projetadas pelo arquiteto paraibano Glauco Campello. Por fim, no que tange à vegetação, foi estabelecido que o cemitério seria circundado por uma cerca viva definitiva e que a vegetação existente no terreno fosse conservada quando se tratasse de árvores fornecedoras de sombra.</p> |
| format | Recurso digital |
| id | zenodo_https___doi_org_10_5281_zenodo_19292274 |
| institution | Zenodo |
| language | por |
| publishDate | 2022 |
| publisher | Zenodo |
| record_format | zenodo |
| spellingShingle | O lado B da cidade dos vivos: a formação do cemitério sul de Brasília em publicações impressas e desenhos técnicos (1960–1972) Oliveira, Leonardo 7º Seminário Docomomo Sul, Porto Alegre, 2022 <p>O cemitério sul de Brasília, projetado por Lucio Costa e inaugurado extraoficialmente em 1959, foi o primeiro e único desse tipo construído na nova capital e representa um elemento fundamental da configuração da escala bucólica do Plano Piloto. Por tal projeto ainda ser pouco explorado academicamente, esta pesquisa objetivou compreender e descrever o processo de formação do cemitério, entendido como espaço aberto, entre 1960 e 1972, por meio da análise de publicações impressas e desenhos técnicos do projeto do cemitério. Os procedimentos metodológicos envolveram pesquisa bibliográfica, análise de conteúdo de matérias jornalísticas publicadas no Correio Braziliense e estudo de caso. Os dados escritos e visuais obtidos foram analisados com base na planta de implantação do cemitério a partir de seis critérios: 1) caminhos principais e secundários; 2) morfologia das quadras; 3) pontos focais; 4) eixos visuais; 5) volumes edificados; e 6) vegetação como elemento estruturador do espaço aberto. Concluiu-se que, em relação aos caminhos, o desenho da planta se desenvolveu a partir de um caminho principal em formato de "Y" de onde partem os caminhos secundários. No que diz respeito à morfologia das quadras, todas possuem formatos irregulares definidos pela junção entre curvas e retas. Referente aos pontos focais, destacam-se o cruzeiro e o portão de acesso principal. No que concerne aos eixos visuais, foi previsto o plantio de casuarinas e palmeiras nos caminhos curvos que convergem para a área central do cemitério. Relativo aos volumes edificados, destacam-se no espaço aberto as capelas projetadas pelo arquiteto paraibano Glauco Campello. Por fim, no que tange à vegetação, foi estabelecido que o cemitério seria circundado por uma cerca viva definitiva e que a vegetação existente no terreno fosse conservada quando se tratasse de árvores fornecedoras de sombra.</p> |
| title | O lado B da cidade dos vivos: a formação do cemitério sul de Brasília em publicações impressas e desenhos técnicos (1960–1972) |
| topic | 7º Seminário Docomomo Sul, Porto Alegre, 2022 |
| url | https://doi.org/10.5281/zenodo.19292274 |