A permanência dos critérios modernos na obra de Glauco Campello: Estação Rodoviária Argemiro de Figueiredo. Campina Grande. PB
Fuente:
Zenodo
Salvato in:
| Autori principali: | , |
|---|---|
| Natura: | Recurso digital |
| Lingua: | portoghese |
| Pubblicazione: |
Zenodo
2016
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| Soggetti: | |
| Accesso online: | |
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| _version_ | 1866901112503664640 |
|---|---|
| author | Melo, Alcília Afonso de Albuquerque e Sobreira, Cinthya |
| author_facet | Melo, Alcília Afonso de Albuquerque e Sobreira, Cinthya |
| contents | <p>Este artigo possui como objeto de estudo, o Terminal Rodoviário Argemiro Figueiredo, inaugurado em 25 de maio de 1985, localizado no bairro Sandra Cavalcante, Campina Grande, zona agreste da Paraíba. O projeto é de autoria do arquiteto Glauco Campello, nascido em 1934, em Mamanguape, Paraíba. Campello é arquiteto, restaurador, urbanista, professor, e iniciou sua carreira na construção de Brasília, a convite de Oscar Niemeyer, com quem estagiou. Foi professor na Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e na Universidade de Brasília (UnB). Desde 1975 mantém escritório no Rio de Janeiro, onde desenvolve projetos de arquitetura, restauração e revitalização de centros históricos e culturais, segundo informações contidas em seu próprio site. O objetivo desse artigo é o de analisar arquitetonicamente essa obra, observando-se a permanência dos critérios modernos na mesma, que apesar de ter sido concluída em 1985, manteve todos os princípios projetuais da linguagem moderna, tais como uso de modulação, racionalidade projetual e construtiva, transparências espaciais, e atenção especial ao detalhe dos elementos compositivos. Pode-se observar e constatar que, de fato, Campello produz uma arquitetura com coerência e valores da linguagem moderna, considerando que ele e sua produção nacional, refletem a história da arquitetura moderna no Brasil. Um estudo de caso específico como esse irá comprovar tal afirmativa, após a análise apurada da edificação, mostrando o valor da obra no conjunto do acervo moderno nacional. Justifica-se assim trazer à luz esse edifício, com poucos estudos existentes sobre o mesmo e ainda desconhecido por grande parte do meio acadêmico e científico nacional. A metodologia de pesquisa empregada trabalha com pautas de investigação sugeridas pelo Grupo FORM da ETSAB/UPC, que busca uma aproximação com a obra através de estudos sobre os autores da mesma, observação dos princípios projetuais, levantamentos fotográficos, levantamentos arquitetônicos em arquivos públicos e privados, além de entrevistas, leituras e demais materiais existentes arquivados e publicados sobre a edificação.</p> |
| format | Recurso digital |
| id | zenodo_https___doi_org_10_5281_zenodo_19296098 |
| institution | Zenodo |
| language | por |
| publishDate | 2016 |
| publisher | Zenodo |
| record_format | zenodo |
| spellingShingle | A permanência dos critérios modernos na obra de Glauco Campello: Estação Rodoviária Argemiro de Figueiredo. Campina Grande. PB Melo, Alcília Afonso de Albuquerque e Sobreira, Cinthya arquitetura moderna Glauco Campello Campina Grande 6º Seminário Docomomo Norte/Nordeste, Teresina, 2016 <p>Este artigo possui como objeto de estudo, o Terminal Rodoviário Argemiro Figueiredo, inaugurado em 25 de maio de 1985, localizado no bairro Sandra Cavalcante, Campina Grande, zona agreste da Paraíba. O projeto é de autoria do arquiteto Glauco Campello, nascido em 1934, em Mamanguape, Paraíba. Campello é arquiteto, restaurador, urbanista, professor, e iniciou sua carreira na construção de Brasília, a convite de Oscar Niemeyer, com quem estagiou. Foi professor na Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e na Universidade de Brasília (UnB). Desde 1975 mantém escritório no Rio de Janeiro, onde desenvolve projetos de arquitetura, restauração e revitalização de centros históricos e culturais, segundo informações contidas em seu próprio site. O objetivo desse artigo é o de analisar arquitetonicamente essa obra, observando-se a permanência dos critérios modernos na mesma, que apesar de ter sido concluída em 1985, manteve todos os princípios projetuais da linguagem moderna, tais como uso de modulação, racionalidade projetual e construtiva, transparências espaciais, e atenção especial ao detalhe dos elementos compositivos. Pode-se observar e constatar que, de fato, Campello produz uma arquitetura com coerência e valores da linguagem moderna, considerando que ele e sua produção nacional, refletem a história da arquitetura moderna no Brasil. Um estudo de caso específico como esse irá comprovar tal afirmativa, após a análise apurada da edificação, mostrando o valor da obra no conjunto do acervo moderno nacional. Justifica-se assim trazer à luz esse edifício, com poucos estudos existentes sobre o mesmo e ainda desconhecido por grande parte do meio acadêmico e científico nacional. A metodologia de pesquisa empregada trabalha com pautas de investigação sugeridas pelo Grupo FORM da ETSAB/UPC, que busca uma aproximação com a obra através de estudos sobre os autores da mesma, observação dos princípios projetuais, levantamentos fotográficos, levantamentos arquitetônicos em arquivos públicos e privados, além de entrevistas, leituras e demais materiais existentes arquivados e publicados sobre a edificação.</p> |
| title | A permanência dos critérios modernos na obra de Glauco Campello: Estação Rodoviária Argemiro de Figueiredo. Campina Grande. PB |
| topic | arquitetura moderna Glauco Campello Campina Grande 6º Seminário Docomomo Norte/Nordeste, Teresina, 2016 |
| url | https://doi.org/10.5281/zenodo.19296098 |