LESÕES DO NERVO ALVEOLAR INFERIOR EM CIRURGIAS DE TERCEIROS MOLARES: ESTRATÉGIAS DE PRESERVAÇÃO E PROTOCOLOS DE REPARO
Fuente:
Zenodo
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| Autores principales: | , , , , , , , , , , , , , , |
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| Formato: | Recurso digital |
| Publicado: |
Zenodo
2026
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| Acceso en línea: | |
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| _version_ | 1866901842633424896 |
|---|---|
| author | Cunha, Francielle Nunes de Lira de Moraes, Vivian Juliana Santos Pimentel, Nathalia Costa Guimarães, Priscila Daniela Fonseca Rosa, Matheus Ramon Soares Neimorg, Siang Welmer Frias, Amanda Cezar da Silva, Bruna Carolina Santos Sue, Renata Sarkis Loza, Damián Marco Bertiz Alcocer, Eliana Zeballos Acosta, Edwin Wilfredo Araoz Alecrim, Jéssica Alves do Carmo Carneiro, Hugo Castro da Silva de Oliveira, Karolayne Yasmin Mendonça |
| author_facet | Cunha, Francielle Nunes de Lira de Moraes, Vivian Juliana Santos Pimentel, Nathalia Costa Guimarães, Priscila Daniela Fonseca Rosa, Matheus Ramon Soares Neimorg, Siang Welmer Frias, Amanda Cezar da Silva, Bruna Carolina Santos Sue, Renata Sarkis Loza, Damián Marco Bertiz Alcocer, Eliana Zeballos Acosta, Edwin Wilfredo Araoz Alecrim, Jéssica Alves do Carmo Carneiro, Hugo Castro da Silva de Oliveira, Karolayne Yasmin Mendonça |
| contents | <p><span>A exodontia de terceiros molares inferiores é um dos procedimentos mais prevalentes na cirurgia bucomaxilofacial, contudo, a proximidade anatômica entre as raízes dentárias e o canal mandibular impõe riscos de lesões iatrogênicas ao nervo alveolar inferior (NAI). O presente capítulo revisa as estratégias de preservação e os protocolos de manejo frente a injúrias neurossensoriais. A literatura sugere que a incidência de danos permanentes ao NAI é relativamente baixa, geralmente inferior a 1%, embora alterações transitórias possam ocorrer com maior frequência. Fatores como a ausência de cortical óssea e sinais radiográficos específicos — notadamente o escurecimento radicular e o desvio do canal — parecem atuar como preditores significativos de risco. No âmbito do diagnóstico, a tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC) demonstra superioridade em relação à radiografia panorâmica na avaliação tridimensional da relação neurovascular. Entre as técnicas de preservação, a coronectomia destaca-se como uma alternativa viável em casos de alto risco, visando minimizar o trauma direto ao nervo. Conclui-se que o planejamento pré-operatório criterioso, aliado à aplicação de técnicas cirúrgicas conservadoras e protocolos de acompanhamento pós-operatório, é essencial para a redução da morbidade associada a este procedimento.</span></p> |
| format | Recurso digital |
| id | zenodo_https___doi_org_10_5281_zenodo_19305702 |
| institution | Zenodo |
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| publishDate | 2026 |
| publisher | Zenodo |
| record_format | zenodo |
| spellingShingle | LESÕES DO NERVO ALVEOLAR INFERIOR EM CIRURGIAS DE TERCEIROS MOLARES: ESTRATÉGIAS DE PRESERVAÇÃO E PROTOCOLOS DE REPARO Cunha, Francielle Nunes de Lira de Moraes, Vivian Juliana Santos Pimentel, Nathalia Costa Guimarães, Priscila Daniela Fonseca Rosa, Matheus Ramon Soares Neimorg, Siang Welmer Frias, Amanda Cezar da Silva, Bruna Carolina Santos Sue, Renata Sarkis Loza, Damián Marco Bertiz Alcocer, Eliana Zeballos Acosta, Edwin Wilfredo Araoz Alecrim, Jéssica Alves do Carmo Carneiro, Hugo Castro da Silva de Oliveira, Karolayne Yasmin Mendonça <p><span>A exodontia de terceiros molares inferiores é um dos procedimentos mais prevalentes na cirurgia bucomaxilofacial, contudo, a proximidade anatômica entre as raízes dentárias e o canal mandibular impõe riscos de lesões iatrogênicas ao nervo alveolar inferior (NAI). O presente capítulo revisa as estratégias de preservação e os protocolos de manejo frente a injúrias neurossensoriais. A literatura sugere que a incidência de danos permanentes ao NAI é relativamente baixa, geralmente inferior a 1%, embora alterações transitórias possam ocorrer com maior frequência. Fatores como a ausência de cortical óssea e sinais radiográficos específicos — notadamente o escurecimento radicular e o desvio do canal — parecem atuar como preditores significativos de risco. No âmbito do diagnóstico, a tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC) demonstra superioridade em relação à radiografia panorâmica na avaliação tridimensional da relação neurovascular. Entre as técnicas de preservação, a coronectomia destaca-se como uma alternativa viável em casos de alto risco, visando minimizar o trauma direto ao nervo. Conclui-se que o planejamento pré-operatório criterioso, aliado à aplicação de técnicas cirúrgicas conservadoras e protocolos de acompanhamento pós-operatório, é essencial para a redução da morbidade associada a este procedimento.</span></p> |
| title | LESÕES DO NERVO ALVEOLAR INFERIOR EM CIRURGIAS DE TERCEIROS MOLARES: ESTRATÉGIAS DE PRESERVAÇÃO E PROTOCOLOS DE REPARO |
| url | https://doi.org/10.5281/zenodo.19305702 |