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| Format: | Recurso digital |
| Language: | |
| Published: |
Zenodo
2026
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| Online Access: | https://doi.org/10.5281/zenodo.19510740 |
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Table of Contents:
- <p><span>Pesquisadoras e artistas vêm se debruçando sobre os conceitos de autoria no cinema feito por mulheres desde os anos 70. Todavia, mesmo décadas depois, esse debate ainda está longe de ser esgotado, especialmente ao se considerar recortes e especificidades contemporâneas nessa discussão — como o contexto nacional e regional das artistas, a atuação de outras profissionais na cadeia audiovisual (para além das diretoras) e a interseccionalidade com outras identidades (sexual, de raça, classe social, entre outras). Este artigo busca identificar quais questionamentos, recortes e estudos ainda podem ser feitos após mais de quarenta anos de discussões, principalmente focando na realidade do cinema brasileiro de ficção. Para tal, o trabalho apoia-se em autoras como Bovenschen (1977), De Lauretis (1985), White (2015), Holanda (2021) e Tedesco (2022) para contextualizar e aprofundar a temática.</span></p>