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Main Author: Santos, Ana Beatriz da Costa
Format: Recurso digital
Language:
Published: Zenodo 2026
Online Access:https://doi.org/10.5281/zenodo.19595519
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_version_ 1866901844984332288
author Santos, Ana Beatriz da Costa
author_facet Santos, Ana Beatriz da Costa
contents <p>Resumo: As experiências vivenciadas nos estágios supervisionados fazem parte da<br>formação docente durante a graduação, possibilitando contato com a realidade escolar.<br>Entretanto, cursar uma licenciatura não é garantia que, após concluir a graduação, o<br>aluno siga carreira no magistério, o que levanta o questionamento sobre se esse<br>estudante, mesmo nesse contexto, pode tirar algum proveito das vivências enquanto<br>licenciando. O objetivo deste trabalho foi descrever minha vivência no estágio<br>supervisionado no ensino médio II (ESEM II) e nos estágios anteriores, mesmo com<br>dúvidas sobre seguir na carreira docente. Ao articular o conceito de não-lugar do<br>antropólogo Marc Augè, usado para definir espaços desvinculados de sentimentos e de<br>pertencimento, assim como a sala de aula inicialmente se caracterizava, é relatado o<br>processo pelo qual houve distanciamento desse não-lugar, ainda que isso não signifique<br>exercer o papel de professor futuramente. Os conhecimentos adquiridos no curso de<br>licenciatura vão além da formação profissional, contribuindo para criticidade,<br>sensibilidade e uma visão holística da interação entre educação e sociedade.</p>
format Recurso digital
id zenodo_https___doi_org_10_5281_zenodo_19595519
institution Zenodo
language
publishDate 2026
publisher Zenodo
record_format zenodo
spellingShingle COMO SE FOSSE UM NÃO-LUGAR: A EXPERIÊNCIA DO ESTÁGIO NO AMBIENTE ESCOLAR SEM INTENÇÃO DE SEGUIR CARREIRA DOCENTE
Santos, Ana Beatriz da Costa
<p>Resumo: As experiências vivenciadas nos estágios supervisionados fazem parte da<br>formação docente durante a graduação, possibilitando contato com a realidade escolar.<br>Entretanto, cursar uma licenciatura não é garantia que, após concluir a graduação, o<br>aluno siga carreira no magistério, o que levanta o questionamento sobre se esse<br>estudante, mesmo nesse contexto, pode tirar algum proveito das vivências enquanto<br>licenciando. O objetivo deste trabalho foi descrever minha vivência no estágio<br>supervisionado no ensino médio II (ESEM II) e nos estágios anteriores, mesmo com<br>dúvidas sobre seguir na carreira docente. Ao articular o conceito de não-lugar do<br>antropólogo Marc Augè, usado para definir espaços desvinculados de sentimentos e de<br>pertencimento, assim como a sala de aula inicialmente se caracterizava, é relatado o<br>processo pelo qual houve distanciamento desse não-lugar, ainda que isso não signifique<br>exercer o papel de professor futuramente. Os conhecimentos adquiridos no curso de<br>licenciatura vão além da formação profissional, contribuindo para criticidade,<br>sensibilidade e uma visão holística da interação entre educação e sociedade.</p>
title COMO SE FOSSE UM NÃO-LUGAR: A EXPERIÊNCIA DO ESTÁGIO NO AMBIENTE ESCOLAR SEM INTENÇÃO DE SEGUIR CARREIRA DOCENTE
url https://doi.org/10.5281/zenodo.19595519