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Detalles Bibliográficos
Autor principal: Esméria de Lourdes Saveli
Formato: Artículo científico
Lenguaje:pt
Publicado: Universidade Estadual de Ponta Grossa 2006
Materias:
Acceso en línea:https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=89410110
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Tabla de Contenidos:
  • Narrativas autobiográficas de professores: um caminho para a compreensão do processo de formação Esméria de Lourdes Saveli Educación memória memorial subjetividade formação de professores identidade profissional Este estudo situa-se no campo da Historiografia, especialmente a história oral que tem abarcado pesquisassobre história e memória, história de vida, biografia e autobiografia. Tomou memoriais escritos por professores(as), um dos requisitos exigidos para participar do processo de seleção ao curso de Mestrado em Educaçãoda Universidade Estadual de Ponta Grossa, como objeto específico de análise. Teve como objetivocompreender o processo de formação da identidade profissional, a partir de experiências narradas pelos(as)professores(as) ao longo de sua trajetória pessoal e profissional.O apoio teórico para a análise do conteúdodos memoriais, veio de estudos desenvolvidos por CIAMPA(1990), HALBWALCHS(1968), HUBERMANN(1992), GOODSON(1992), HOLLY(1992), DUBAR(1995). Na análise, buscou-se não perder de vista quea narrativa memorialística (re)constrói e (re)pensa a experiência vivida, obedecendo a critérios exigidos pelocontexto. A análise evidenciou, entre outros pontos, que o processo de constituição da identidade profissionalestá intimamente relacionado com as formas pelas quais os indivíduos assumem e reagem frente àsfunções inerentes ao papel social de ser professor. E ainda, que a narrativa memorialística tem como referênciaos grupos de convívio do indivíduo e as instituições formadoras do sujeito. Ao escrever o memorialo(a) professor(a) vai paulatinamente relacionando conteúdos (o que lembra) como também a forma (comolembra), sem perder de vista a quem narra (o interlocutor). Isto aponta que a memória é seletiva uma vezque está voltada tanto para fora (social) como para dentro (individual). O conteúdo da lembrança não afloraem estado puro na linguagem do narrador que lembra. Ele é selecionado em função do ponto de vista culturale ideológico do grupo a quem o texto se destina. 2006 artículo científico 1809-4031 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=89410110 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=894 Práxis Educativa (Brasil) application/pdf Universidade Estadual de Ponta Grossa Práxis Educativa (Brasil) (Brasil) Num.1 Vol.1