Salvato in:
| Autori principali: | , , , , |
|---|---|
| Natura: | Recurso digital |
| Lingua: | |
| Pubblicazione: |
Zenodo
2026
|
| Soggetti: | |
| Accesso online: | https://doi.org/10.70773/revistatopicos/776811279 |
| Tags: |
Aggiungi Tag
Nessun Tag, puoi essere il primo ad aggiungerne!!
|
Sommario:
- O Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é compreendido como um transtorno do neurodesenvolvimento caracterizado pela presença de desatenção, hiperatividade e impulsividade. Essas características interferem de maneira significativa no desenvolvimento acadêmico, social e emocional de crianças e adolescentes. No âmbito das relações pedagógicas, a afetividade entre professores e alunos com TDAH assume papel central no desenvolvimento da aprendizagem. Evidências apontam que escolas que reconhecem as particularidades desses estudantes e promovem práticas pautadas no acolhimento, no cuidado e na inclusão apresentam resultados positivos na construção de saberes significativos. Assim, o presente estudo tem como objetivo geral compreender a relação afetiva entre professor e aluno e sua contribuição para o processo de ensino-aprendizagem de crianças com TDAH, buscando identificar de que maneira o vínculo afetivo pode potencializar habilidades educacionais e promover a inclusão escolar. A metodologia adotada consiste em uma pesquisa de abordagem qualitativa, de natureza bibliográfica, realizada por meio da análise de livros, artigos científicos, revistas e materiais disponíveis em bases de dados e sites de busca. Os resultados indicam que a afetividade constitui um elemento fundamental no processo educativo de alunos com TDAH, exercendo influência direta sobre a aprendizagem, o comportamento e as relações sociais. Conclui-se que a relação entre afetividade e aprendizagem interfere positivamente no processo educacional quando empregada de forma consciente e intencional. Dessa maneira, o fortalecimento do vínculo afetivo entre professor e aluno mostra-se essencial para o desenvolvimento integral dos estudantes, reforçando a necessidade de práticas pedagógicas inclusivas que considerem as dimensões cognitivas, emocionais e sociais.